Conforme combinado com o pessoal do Grupo do Facebook Livros+Filmes=Ótima Combinação, vou escrever sobre a minha impressão sobre o livro e o filme Comer, Rezar e Amar.Bem, primeiro eu já havia assistido o filme quando sugeriram esse livro para o nosso debate. A impressão que fiquei da primeira vez que vi, que era um filme comercial, sobre um romance. Lembro que fiquei um pouco impressionada com a exposição da autora, contando sua vida assim em alto e bom tom para que todos pudessem ouvir.
A partir da indicação do grupo, fui ler o livro, meio a contra-gosto, achando que não seria uma boa literatura. De fato não é um livro clássico, linguagem simples e direta, bem informal. Ela é uma escritora americana típica dos best-sellers americanos, nada demais, mas o livro tem umas partes muito legais!
Para minha surpresa, o livro foi dividido em 3 partes iguais. A impressão que tive vendo o filme é que a Itália passava super rápido, a India se arrastava e Bali era o ápice do filme e por isso ganhava o maior tempo! Quando vi pela segunda vez o filme, fiz questão de marcar mais ou menos os tempos e não há uma diferença tão gritante como eu imaginava! Mas acho que isso um ponto para o filme, porque passou a sensação dos lugares...
Logo de início achei interessante como ela descreve sua falta de intimidade com Deus. Isso logo chama a atenção por sermos um povo latino com todas as tradições judaico-cristãs, junto com a miscigenação com a vinda dos povos africanos e com as crenças indígenas. É muita mistura religiosa para ter alguém no nosso mundo que nunca tenha se dirigido a Deus, em nenhum momento da sua vida!
Ainda quando ela está falando das suas dúvidas, antes de partir para a viagem, uma frase ficou muito marcada pra mim: "Ter um filho é como fazer uma tatuagem na cara. Você precisa realmente ter certeza disso antes de se comprometer." Nunca vi alguém resumir a responsabilidade dessa escolha de forma tão clara! Achei fantástico!
No livro fica mais claro como ela financiou a viagem, no filme parece meio loucura e não fica tão claro que aquilo, além de uma busca pessoal, também se tratava de um trabalho.
Ela então finalmente vai para a Itália! Eu amei a parte da Itália! Quando ela fala da sua paixão pela língua, me dá uma enorme vontade de aprender italiano também! Ela conta que o italiano foi "inventado" juntando todas as palavras mais lindas de todos os dialetos da região. Foi uma língua criada para servir ao belo. Por isso é tão lindo! E não preciso nem falar da comida! Mas a melhor frase em italiano é "dolce far niente"! Descobri que devo ser italiana e nem sabia!
No livro temos muitos mais detalhes, do que no filme e como já havia visto o filme fiquei procurando muitas vezes na memória as cenas e acabei criando memórias a partir do que lia! Eu conseguia imaginar uma cena, a partir do que tinha lido, usando os atores e locações do filme!
Ela chega na Índia e novamente o filme perde muito para o livro! Nos dois meios é parte mais arrastada, mas no livro fica mais interessante pelas explicações que ela dá sobre como funciona tudo no ashram, sobre a meditação e de suas sensações que não teria como colocar no filme, nem que a Julia Roberts fosse a melhor atriz do mundo... ou através de narração, como outras várias partes são, mas acho que já tinha o suficiente...
Na parte de Bali, enfatizou muito o romance e pouco outras coisas no livro que eram bem legais, como e relação dela com Wayan e Tutti e toda aquela história da casa. Também fiquei apaixonada por Bali! Terminei o livro morrendo de vontade de fazer as 3 viagens e me identificando bastante com ela, no seu modo de ver determinadas coisas e de lidar com tantas outras. E se eu estava em dúvida sobre iniciar a meditação com mais afinco, não tenho mais essa dúvida! Vou apostar nisso para melhorar minha saúde!
Após terminar o livro, resolvi rever o filme. Para mim foi muito mais interessante! Partes que tinham passado desapercebido, o andamento do filme, seu tempo, seu movimento, tudo ficou bem mais claro!
Adorei a experiência! Agora vamos para o próximo livro-filme escolhido!
Para minha surpresa, o livro foi dividido em 3 partes iguais. A impressão que tive vendo o filme é que a Itália passava super rápido, a India se arrastava e Bali era o ápice do filme e por isso ganhava o maior tempo! Quando vi pela segunda vez o filme, fiz questão de marcar mais ou menos os tempos e não há uma diferença tão gritante como eu imaginava! Mas acho que isso um ponto para o filme, porque passou a sensação dos lugares...
Logo de início achei interessante como ela descreve sua falta de intimidade com Deus. Isso logo chama a atenção por sermos um povo latino com todas as tradições judaico-cristãs, junto com a miscigenação com a vinda dos povos africanos e com as crenças indígenas. É muita mistura religiosa para ter alguém no nosso mundo que nunca tenha se dirigido a Deus, em nenhum momento da sua vida!
Ainda quando ela está falando das suas dúvidas, antes de partir para a viagem, uma frase ficou muito marcada pra mim: "Ter um filho é como fazer uma tatuagem na cara. Você precisa realmente ter certeza disso antes de se comprometer." Nunca vi alguém resumir a responsabilidade dessa escolha de forma tão clara! Achei fantástico!
No livro fica mais claro como ela financiou a viagem, no filme parece meio loucura e não fica tão claro que aquilo, além de uma busca pessoal, também se tratava de um trabalho.
Ela então finalmente vai para a Itália! Eu amei a parte da Itália! Quando ela fala da sua paixão pela língua, me dá uma enorme vontade de aprender italiano também! Ela conta que o italiano foi "inventado" juntando todas as palavras mais lindas de todos os dialetos da região. Foi uma língua criada para servir ao belo. Por isso é tão lindo! E não preciso nem falar da comida! Mas a melhor frase em italiano é "dolce far niente"! Descobri que devo ser italiana e nem sabia!
No livro temos muitos mais detalhes, do que no filme e como já havia visto o filme fiquei procurando muitas vezes na memória as cenas e acabei criando memórias a partir do que lia! Eu conseguia imaginar uma cena, a partir do que tinha lido, usando os atores e locações do filme!
Ela chega na Índia e novamente o filme perde muito para o livro! Nos dois meios é parte mais arrastada, mas no livro fica mais interessante pelas explicações que ela dá sobre como funciona tudo no ashram, sobre a meditação e de suas sensações que não teria como colocar no filme, nem que a Julia Roberts fosse a melhor atriz do mundo... ou através de narração, como outras várias partes são, mas acho que já tinha o suficiente...
Na parte de Bali, enfatizou muito o romance e pouco outras coisas no livro que eram bem legais, como e relação dela com Wayan e Tutti e toda aquela história da casa. Também fiquei apaixonada por Bali! Terminei o livro morrendo de vontade de fazer as 3 viagens e me identificando bastante com ela, no seu modo de ver determinadas coisas e de lidar com tantas outras. E se eu estava em dúvida sobre iniciar a meditação com mais afinco, não tenho mais essa dúvida! Vou apostar nisso para melhorar minha saúde!
Após terminar o livro, resolvi rever o filme. Para mim foi muito mais interessante! Partes que tinham passado desapercebido, o andamento do filme, seu tempo, seu movimento, tudo ficou bem mais claro!
Adorei a experiência! Agora vamos para o próximo livro-filme escolhido!
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